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quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Grandes coisas o Senhor nos faz




Não seria justo escrever aqui sobre uma sessão de ministração de louvor e não falar da nossa igreja local, Comunidade Cristã Restauração e das coisas tremendas que o nosso grande e bom Deus tem feito connosco.
Não somos das maiores igrejas lusófonas do Luxemburgo (lusófonas, pois não é de portugueses nem de brasileiros, mas de quem se comunica primordialmente em português). Até há um mês, desde o tempo em que éramos CCVA, partilhávamos um espaço perto da gare central do Luxemburgo com outras comunidades: anglófona, chinesa, francófona africana e nigeriana. Os chineses encontraram espaço próprio há algum tempo. Quanto a nós, há muito que pedíamos a Deus mudança. Profetas vários de Deus, em momentos vários, falaram do que o pastor e nós cremos no nosso coração ser a visão de Deus para a nossa comunidade, e de que isso implicava um espaço. E era profetizado que em breve teríamos outro e melhor espaço. No lugarejo de Steinsel.
Este ano, finalmente, o Senhor providenciou. Uma prenda: dois salões grandes, sala de reuniões, de super igreja, duas casas de banho, espaço para arrumos e outro onde será feita cozinha. Com algum recheio: cadeiras, mesas, projectores de vídeo. Por uma renda mais alta do que a que se pagava no outro espaço, mas preço bom se se considerarem as condições.
Tempo de ousar crer que, nos momentos em que Deus decide, o passo de fé deve ser dado.
Já tivemos pregadores visitantes, ensinadores e profetas. Para mim, este espaço está desde já ligado a dois dos três ou quatro momentos em que Deus trouxe através de servos Seus as palavras de conhecimento e sabedoria mais específicas para a minha vida. Revelando coisas que os próprios não sabiam e eu e mais gente sabia, outras que confirmavam o que estava no meu coração. Numa das tardes, um profeta americano, antes de começar a orar por mim, diz:
– Então tu é que és o Doutor! Ah, Deus tinha-me dito. Se soubesses o que Deus me diz.
E continuou, falando do que está no meu coração. E ilustrando com imagens o que Ele quer realizar – pois muitas vezes o Espírito de Deus fala por imagens e parábolas, como o faz na Palavra que inspirou.
Cada irmão e irmã ouviu. Foi nítido o mover de Deus, revelando o que só nós sabíamos e trazendo conselho, encorajamento, restauração de auto-estima, reforço de convicções. Quantos dos meus leitores já passaram por esta situação: alguém sem conhecimento prévio, pelo Espírito de Deus, vos dizer coisas da vossa vida, do vosso coração, do vosso ministério, algo de vós mesmos, das vossas lutas, sonhos e desejos, que só vós sabeis? E não ficastes entusiasmados por Deus revelar coisas, porque se lembrou de vós, por ter falado pessoalmente convosco,
Deus foi e é bom. A prenda que nos deu só falta estar cheia. Mas também nisso cremos. Pois para isso existimos e para isso estamos convictos que Deus nos quer fazer prosperar.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Louvor de guerra

Ontem, na igreja evangélica francófona de Esch-sur-Alzette (Luxemburgo), houve reunião especial de culto a Deus com o cantor e líder de louvor canadiano do Quebec Luc Dumont. Sendo reunião aberta, estiveram presentes representantes de outras igrejas irmãs – a italiana e a nossa, Comunidade Cristã Restauração.
Conduzidos pelo nosso irmão Luc, entrámos na presença de Deus. Depois, ele ministrou a Palavra de Deus. Sobre louvor. O mote foi "louvor de guerra". A Escritura, a narração da ameaça de invasão ao reino de Judá no reinado de Josafat (Segundo Livro de Crónicas 20).
No meio de uma comunicação bem humorada e com o relato de episódios de lutas na sua própria vida de homem e ministro de Deus em que o louvor abriu as portas para o mover de Deus e a vitória, várias lições e estratégias para vitória através do louvor foram por ele extraídas desse texto. Como não tirei apontamentos, compartilho algumas delas, aquelas que melhor retive. Uma é a da solidão na guerra, algo a evitar. Não estamos sós. A solidão abre o flanco para o medo e o inimigo. Os conselheiros de Josafat, ao lhe anunciarem a iminência da invasão, disseram que os inimigos marchavam contra ele. Erro. Não contra o rei, mas contra toda a nação. A antítese do que é a liderança eficaz, que vive da partilha e corresponsabilidade. Na crise, sacudiram a água do capote e entenderam que o problema era exclusivamente do rei.
Outra lição: a oração de Josafat é o exemplo de oração derrotista. Revelou medo do inimigo e dos seus propósitos, magnificou as fraquezas e insuficiências do reino – mostrando a distorção da visão a que pode levar o derrotismo, pois ele dispunha de um exército.
Pediu a ajuda divina e convocou o povo para jejum e oração colectivos. Até que finalmente Deus falou, através do levita Jaziel (v. 14 e seguintes). A lição é a de necessidade imperiosa do recurso à arma do louvor. Estamos em estado de guerra, uma guerra invisível. Para a vencer, teremos de escolher as melhores armas, e essas são as espirituais. A declaração profética de Jaziel mostra que o louvor é uma dessas armas de grande eficácia, e que deve ser usada com espírito de combate, e não de expectativa de derrota, nem em apatia. A garantia dada por Deus é que Ele próprio (v. 17) entra em combate e luta por nós, e que dá a vitória. Em tudo na vida.

Terminámos, como não podia deixar de ser, em louvor de guerra.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Caroline Sophie, 1 ano





A Caroline fez um ano, no dia 26. Teve cá a visita dos vós paternos. Festejámos o aniversário a 27, porque no dia 26, à depois de jantarmos, adormeceu. Os bebés não se regem pelos mesmos ritmos que nós.
1 ano com uma presença nova. Um solzinho dado por Deus à casa. 1 ano de aprendizagem da paternidade, no privilégio do contacto quase 24 horas com a minha filha. A mudar-lhe a fralda, dar-lhe banho, de comer, despi-la, vesti-la, levá-la a passear, brincar com ela, fazer cabriolas com ela, irritar-me com ela, deleitar-me com ela. Vê-la rir, sentir cócegas, pedir colo, dançar, bater palmas, cantar, parlar. De a ver vir da cama dela para a nossa (a dela está perpendicularmente colada aos pés da nossa, passando pela abertura na grade de guarda da dela para a nossa) e pôr-se entre nós.
De vociferar-lhe "Não!" e afastá-la de alguma coisa em que não deve mexer, aguentar-lhe depois a birra. Que é tempo de ir conhecendo o "não".
1 ano de bichos carpinteiros, de dificuldades em dormir, de boa disposição, das escassas horas diárias de sono, de sozinha fazer a festas, lançar os foguetes e apanhar as canas. Das festas à noite na cama. De a ver querer mexer em tudo, cheia de curiosidade, nunca parar, a ponto de eu dizer que gostaria de conhecer um inventor que inventasse um aparelho que captasse a energia que ela contém, pois é uma nova fonte de energia renovável.

1 ano de a ver crescer fisicamente, nas habilidades, na inteligência, na descoberta do mundo, nas manhas. 1 ano de graça e alegria.

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

8 sonhos

A Catarina Queiroz endereçou-me o desafio de expor 8 sonhos. Uuhhmmm…

1. Aprofundar a relação pessoal com Deus.
2. Aprofundar e desenvolver o dom e vocação d'Ele em mim.
3. Retomar a aprendizagem de outras línguas (alemão e luxemburguês) e começar a aprender outras (hebraico bíblico).
4. Levar a cabo com sucesso (o melhor de mim) o trabalho de pós-doutoramento que tenho em mãos.
5. Fazer discípulos (a começar por gente de casa, da família).
6. Restauração de relacionamentos familiares.
7. Ver A Porta profissional aberta para depois da bolsa (a que melhor se adequa a mim pessoalmente e que seja canal para alcançar propósitos de Deus).
8. Dar, dar, e aumentar o dar: financeira, espiritual, emocionalmente.

A ordem é puramente arbitrária, não reflectindo uma hierarquia na ordem de prioridades, à excepção da primeira, condição da prosperidade e bom sucesso nas demais. Todas têm o mesmo grau de prioridade, situando-se em domínios diferentes.

Como se trata de uma cadeia, eu devo endereçá-lo a outros: Vítor Mota, Rute Joaquim, Tinoca Laroca.