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sábado, janeiro 27, 2007

Primeiras neves em Saulnes, Lorraine (Lorena em português) 26/01/2007

"Batem leve, levemente,

como quem chama por mim.
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim.


É talvez a ventania:
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...

Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu! …" (em BALADA DA NEVE, de AUGUSTO GIL )





Após um começo de Inverno anormalmente doce, ei-la, a leve e fria neve.
Como Augusto Gil, também tinha saudades dela. No ano passado, por esta altura, já caíra, ainda que, como me contam, o grande nevão tenha sido em Fevereiro. Por esta altura, estava em Portugal, em Chaves, na planície, onde não nevara. Sim, só em pontos mais altos. E em Lisboa, e no Alentejo. Eu apenas a vira nos picos das serras.
E graças a Deus, ao contrário de Augusto Gil, que a saudade agora satisfeita da neve não deu lugar à visão desolada dos pés nus de criança enterrados nessa brancura fria, e à pergunta feita a esse Deus por que razão permitira tão injusta visão. A criança, aqui, bem agasalhada, está somente maravilhada, a posar solícita para a foto, e brinca.

Eu e Eunice (ou simplesmente Nice), minha filha (já não lhe chamo enteada) à porta da nossa casa.


quinta-feira, janeiro 18, 2007

Em que Jesus crer?

Recebi esta citação na mensagem diária do portalevangélico, por correio electrónico.
Dificilmente encontrarei uma afirmação tão lapidar a este respeito.

"Hoje, quase no vigésimo primeiro século da era cristã, nós temos uma decisão a tomar. A qual relato devemos dar crédito – ao das quinhentas testemunhas oculares que viveram naqueles dias, ou ao dos cépticos “eruditos” que viveram mil e setecentos anos depois dos acontecimentos? Se nossa decisão baseia-se na evidência e não meramente na aversão pelo sobrenatural, há somente uma escolha: Jesus de facto ressuscitou dentre os mortos."
(Tim LaHaye; Um Homem Chamado Jesus; UP; pp. 295)

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Ano Novo

Ano Novo, vida nova — sói dizer-se.
E fazemos planos, e escrevemos alvos e votos. Eu também fiz alguns.
Um deles é a resposta que busco de Deus à petição e à busca que tenho feito: emprego. Porque Ele diz e garante que quem pede recebe, e que quem busca acha. Que temos esta confiança: que Ele nos responde afirmativamente quando oramos segundo a Sua vontade. E que a toda semente produz uma colheita.
Creio e tenho confinça que a porta se abrirá — outra garantia dele. Que Ele mesmo a abrirá.
Só que seja bem depressa… Está a ficar carga para elefante carregar.
Mas com Ele, tenho mais força do que elefante. E creio que este será um ano de abundância para os que confiam nele.
Próspero ano para todos.